jun
6
2022
por Redação Performa_IT
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Por que o Design Thinking é a abordagem certeira para gestores que vislumbram um novo horizonte para inovar no setor empresarial?

Por que o Design Thinking é a abordagem certeira para gestores que vislumbram um novo horizonte para inovar no setor empresarial?
por Redação Performa_IT
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Conheça melhor essa abordagem que pode ajudar a obter melhores resultados, com o máximo de eficiência e o mínimo de erros, na hora de gerar e organizar ideias para as soluções de problemas enfrentados pela empresa.

Inovar e encontrar soluções criativas para problemas comuns pode ser algo desafiador para qualquer corporação. As dúvidas são muitas, e uma forma bastante comum de utilizar esta abordagem é na elaboração de novos produtos e serviços: Será que vai ser bem aceito? Será que as vendas vão emplacar? Será que tem mercado?

Se concentrar em princípios de pensamento do design é um excelente caminho para a solução de problemas reais enfrentados por pessoas reais. Atende aos desafios de quem lança novidades no mercado e se concentra em necessidades e soluções ainda emergentes.

A abordagem do Design Thinking surgiu para ajudar nesse processo e evitar lançar algo que as pessoas não precisam ou não desejam e que possam não agradar o cliente final.

E se você ainda precisa dominar melhor a aplicação do Design Thinking, não se preocupe, preparamos um artigo contando os motivos do sucesso desse processo de trabalho que vem ganhando muito espaço para criar um ambiente mais cooperativo em busca de soluções.

Compreendendo o Design Thinking

Antes de iniciarmos, vale reforçar que estamos falando de uma estratégia criativa focada em buscar novas soluções para problemas complexos, uma abordagem absolutamente centrada no ser humano e que se baseia na maneira como ele interage com suas demandas e entornos, para criar e desenvolver produtos ou serviços inovadores.

Design Thinking é uma evolução da teoria do Design usado pela primeira vez na década de 1960. O termo ganhou popularidade através dos primeiros processos metodológicos de David Kelley, um dos fundadores da IDEO – a mais famosa agência de Design – que tornou mais acessível a filosofia de que qualquer profissional pode usar a abordagem do Design Thinking para solucionar problemas complexos.

Um mindset que remete a “pensar o design”, o que significa que antes de implementar qualquer solução – seja um produto ou um serviço – precisamos conhecer a necessidade ou as ‘dores’ das pessoas que, possivelmente, farão uso dela.

Deixa-se de lado as suposições para dar lugar a ideias e insights diferenciados, que são obtidos por meio da observação das necessidades, desejos e limitações dos consumidores, se inspirando na criatividade e na amplitude do pensamento dos designers através de novas maneiras de resolver problemas existentes, diminuindo custos e aumentando vendas.

A referência ao ‘Design’ é feita apenas de forma simbólica, pois os profissionais que conduzem o Design Thinking possuem uma atuação multiprofissional e diversa, partindo da premissa de estarem focados no consumidor, naturalmente treinados a desenvolver disrupções.

Entenda as características do Design Thinking

O Design Thinking ajuda a garantir formatos que se adaptem às necessidades dos consumidores – pode ser a melhoria de um produto ou serviço já existente – para atender às demandas e agregar valor ao consumidor.

É necessário estar inserido em um ambiente que favorece o desenvolvimento e a exploração criativa da solução, criando conexão sustentável entre o material e o seu usuário e pode ser usada em qualquer modelo de negócio, independentemente do ramo ou segmento.

Dentre os principais elementos caracterizadores, podemos mencionar:

  • Foco na experiência do usuário;
  • Senso crítico e flexível em relação a mudanças;
  • Busca por perguntas certas que levem a soluções assertivas para problemas intrigantes;
  • Aspecto colaborativo, que gere sinergia entre os times e conexão com os clientes;

Num cenário ao qual as empresas precisam agregar inteligência, competitividade e tomar decisões assertivas, é uma ferramenta e tanto. Esses objetivos o Design Thinking cumpre muito bem, o que justifica sua notável ascensão como parte da rotina dos mais diferentes negócios, principalmente quando o foco é promover disrupção. Além disso, o mundo corporativo não tem como fugir da inovação, investindo em transformação digital e apostando na conexão com pessoas.

Uma estratégia muito utilizada em startups

O Design Thinking é uma estratégia muito utilizada em startups, principalmente por se tratar de uma abordagem flexível que ajuda a encontrar soluções para um problema por meio de novos produtos e serviços.

É a melhor estratégia num caminho onde se busca fugir de métodos comerciais convencionais – que demandam tempo e dinheiro – a partir de metodologias de planejamento e gerenciamento de projetos capazes de fornecer suporte inovador.

Esse direcionamento, bem próprio do Design Thinking, veio como uma maneira disruptiva de conduzir projetos e ideias, quebrando um paradigma em relação aos métodos utilizados nos negócios mais tradicionais. Encurta o caminho do ciclo para desenvolvimento de produto ou serviço e o faz chegar nas mãos do cliente em menos tempo. E o mais importante é a eliminação das incertezas relacionadas, que já valida a viabilidade do negócio.

É um ciclo acelerado e totalmente alinhado ao perfil das startups, cujo interesse é garantir que a oferta de soluções tenha maior assertividade em relação ao mercado, correndo menos riscos. Hoje as necessidades das pessoas mudam muito e de forma rápida e perder tempo pode custar o sucesso da empresa e muitas vezes são ofertadas soluções que as pessoas sequer precisam.

Veja como aplicar o Design Thinking

Para aplicar o Design Thinking no desenvolvimento de soluções e validação das ideias, é preciso seguir algumas etapas fundamentais que podem variar entre um processo e outro. Mas, basicamente, as diferentes fases da abordagem consistem em:

  • Imersão;
  • Análise de contexto;
  • Observação;
  • Definição;
  • Busca de problemas;
  • Ideação;
  • Desenvolvimento de esboços;
  • Prototipagem;
  • Testagem;
  • Iteração;
  • Avaliação.

Os participantes são inseridos em um cenário de desafio real, para o qual buscarão uma solução durante o processo de imersão, e desta forma compreender e executar os princípios da abordagem do Design Thinking de modo simples e de fácil aplicação.

A partir do desafio real, todos imergem no contexto do consumidor para entender sua experiência, suas necessidades e desejos com relação ao produto ou serviço, para, em seguida, desenhar soluções inovadoras para demonstrar e testar com o consumidor, validando a solução.

Onde encontrar as oportunidades de inovação?

O Design Thinking mantém o cliente no foco de suas práticas, pois entende que determinado problema se refere a uma pessoa e, portanto, precisa ser resolvido para facilitar a vida dela – e isso é gerar valor.

Mas, como descobrir quais são esses problemas e essas necessidades?

Essa é a pergunta que ajuda a identificar oportunidades de inovação e para respondê-la é preciso estar atento ao que acontece no mundo e como ele evolui para resolver problemas que surgem na vida das pessoas a partir do avanço da tecnologia, com ferramentas que favorecem esse processo.

Essas são ferramentas clássicas do Design Thinking:

  • Matriz CSD: alinha o time e aprofunda o entendimento do problema
  • Entrevista de empatia: conhece o consumidor e compreende suas necessidades
  • Brainstorming: gera ideias inovadoras para os problemas identificados nas etapas anteriores          

Todas essas ferramentas são capazes de gerar ideias e insights fundamentais para desenvolver produtos e serviços baseados na necessidade e na percepção dos usuários.

A aplicação do Design Thinking pela Performa_IT

É importante ressaltar que o Design Thinking não se trata de uma abordagem engessada, pois é muito comum associá-lo a fórmulas prontas e testadas para aplicar em qualquer situação, sem distinção.

É preciso ter liberdade para refletir livremente para encontrar soluções de forma colaborativa, aprimorando a criatividade, saindo da zona de conforto, sem medo dos obstáculos para conceber algo melhor e inovador.

Nossa metodologia própria de trabalho, chamada IDEA-PAD, combina os princípios do Design Thinking, Lean e Agile proporcionando etapas e entregáveis bem definidos, orientando no processo de concepção e desenvolvimento.

A abordagem Design Thinking através da metodologia própria de trabalho da Performa_IT.

O facilitador – profissional que conduz o time multidisciplinar durante o Design Thinking – adapta as ferramentas e etapas de acordo com o projeto, os participantes e os consumidores – ou seja, é flexível e personalizável.

Vamos da Imersão à Prototipação, colhendo o feedback direto do cliente final, permitindo analisar a viabilidade da solução, medindo e aprendendo de forma contínua, construindo cada etapa através do desenvolvimento ágil. Buscamos elevar essa atitude ao máximo, partindo de um desafio inicial, ajudando a definir qual o real problema a ser resolvido pela empresa, explorando a jornada do cliente e mapeando as dores e as possíveis soluções, destacando a busca pela atitude imersiva em todas as suas relações profissionais.

O objetivo é criar o máximo de empatia com o usuário final, visto que as necessidades das pessoas são a principal razão para o desenvolvimento de um projeto.

Um trabalho colaborativo que inclui toda uma equipe multidisciplinar para encontrar soluções inovadoras bem como diversos ângulos abordados pelos membros do time, oferecendo interpretações variadas sobre as questões que contribuem de forma mais assertiva para o resultado, buscando compreender cada visão, identificando as barreiras e encontrando as melhores alternativas para contorná-las.

Levamos muito a sério cada projeto, que deve ser visto como empreendimento, indo além do desenvolvimento da sua funcionalidade. O olhar empreendedor garante produtos e serviços para atender uma necessidade, resolver um problema, atingir metas e se diferenciar no mercado, apoiando uma gestão de crescimento e impulsionando a inovação.

Para nós, todo empreendimento precisa avaliar os investimentos conforme o retorno que pode ser obtido por meio deles e, nesse sentido, o Design Thinking se destaca, pois seu custo de implementação é extremamente reduzido, enquanto a vantagem competitiva que ele gera é enorme.

Sendo assim, a primeira razão para investir nessa abordagem é o fato de ser o diferencial necessário para sua empresa se colocar à frente dos concorrentes e por fim, é que ela é extremamente eficiente em encontrar respostas para as questões mais importantes do negócio, e pode ser usado em qualquer segmento de mercado, na vida pessoal e em diversas outras áreas, por qualquer pessoa que conheça bem a técnica.

Sua empresa já utiliza essa abordagem inovadora e disruptiva para desenvolver novas soluções? Se ainda não, a hora de começar é agora!

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nov
18
2021
por Felipe Rebello
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When should you expect the break-even of your digital product? (Part 2/3)

When should you expect the break-even of your digital product? (Part 2/3)
por Felipe Rebello
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In Part 1 of this series, we covered what Disrupting Innovation is and how its high unpredictability makes reaching market-fit a more significant challenge. Today we’ll look at another innovation type.

Sustaining Innovation, in opposite to disruptive, it’s when new products or services are innovating the other components of a business model:

Fig2.When should you expect the break-even of your digital product?

It happens, for instance, when founders copy and paste already validated products from one country to another, or when they build the same product that the competition has, to the same market, but with a different communication & marketing strategy. The Innovation, in this case, happens, but not in the business-model core as in disruptive. If your budget is limited, this is a cheaper and more manageable way to develop a new digital product. Even with mega budgets, I see companies focusing solely on sustaining Innovation to reduce the time for reaching market-fit, thus reducing risk.

A classic example is Nubank, a Brazilian digital bank that started with a usual credit/debit card as its financial product. The customers could order via a mobile app with similar costs as competitors. The Innovation? Customer Relationship: Nubank’s customer service is one of the best in Brazil, leaving competitors light years behind (not mentioning many other social initiatives the company is pursuing successfully). After Nubank did the basics, they dared to get into disrupting Innovation with NuConta and other products, initiatives tending more to disruptive (still firmly based on sustaining). 

We all see many investments in nascent industries as MedTech, PropTech, EdTech, Fintech, BioTech, TravelTech, Insurtech, Greentech, Retailtech, and CleanTech since they ARE NOT ONE WINNER GETS ALL industries. Those market sizes are huge (some challenging to forecast but still promising). There is plenty of space for many new players, which we see happening: new products trying to get a piece of the cake as soon as possible.

Our incredible creative homo-sapiens minds are always looking for Innovation; it’s in our DNA. 15 years ago, when the waterfall methodology for software development was still the most used, creating a new product was a game for millionaires. With the popularization of Agile methods, the costs of launching a new web or mobile application have drastically decreased.

It’s safe to say that sustaining Innovation creates the environment for a faster breakeven than disrupting Innovation. It is the core message I wish to convey today.

After participating in many projects, I see that some founders believe it’s possible to disrupt a market and open a blue ocean with the same budget needed to sustain Innovation. This misunderstanding creates disappointment and demotivation. The good news is that there are ways to decrease risk. In the next and final part of this breakeven series, we’ll connect all the dots into the MVP development timeline and how to increase the chances your digital product will reach market-fit faster.

Now that you know the difference and are aware of it, are you maximizing your product development efforts for sustaining or disrupting Innovation? Feel free to write me a private message sharing your strategy and difficulties. We can elaborate on solutions and inventive options that might open doors, produce an original perspective, and put you closer to your winning aspiration.

Stay tuned, and in the meanwhile, keep creative.

Felipe Rebello is Head of Growth EMEA at Performa_IT – Talk to him: https://www.linkedin.com/in/rebello/

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set
3
2021
por Isabela Sanchez & Cristiane Stefanini
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O papel da cocriação na transformação digital

O papel da cocriação na transformação digital
por Isabela Sanchez & Cristiane Stefanini
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O papel da cocriação na transformação digital é fundamental para que fatores externos impactem diretamente no entendimento das necessidades de um consumidor cada vez mais exigente.

Os desejos deste consumidor na atualidade são cada vez mais específicos e personalizados e entender essa demanda e utilizar a tecnologia a favor da melhoria da experiência do usuário faz parte de um processo que conhecemos como transformação digital.

E uma das principais estratégias para o sucesso dessa metodologia é entender o papel da cocriação dentro deste processo.

Com o apoio de agentes que não façam parte primordialmente da linha de produção, como fornecedores ou mesmo os clientes, é possível investir numa estratégia colaborativa de criação, trazendo melhores resultados e atendendo às demandas do mercado com maior assertividade.

Afinal, qual o papel da cocriação na transformação digital?

Durante um processo de criação, os colaboradores de uma organização precisam, em primeiro lugar, compreender o que o consumidor realmente procura. E não o que eles acham que o consumidor busca.

A cocriação na transformação digital é uma metodologia em que clientes, fornecedores e até mesmo concorrentes têm participação ativa na elaboração de soluções baratas e disruptivas, ajudando na criação desses processos internos da empresa.

É preciso considerar quatro pilares de fundamental importância para que a cocriação na transformação digital funcione:

  • Transparência nas ações;
  • Compreensão dos benefícios e dos riscos;
  • Acesso a recursos e informações (por todas as partes envolvidas);
  • Diálogo entre as partes para alcançar os objetivos.

Benefícios da estratégia

Dentre os benefícios que a estratégia de cocriação na transformação digital proporciona, pode-se destacar a satisfação plena do cliente com a sua marca, o que é praticamente fundamental para organizações que desejam e buscam pelo sucesso.

É evidente que uma boa experiência do usuário passa, diretamente, pelo investimento em inovação. A cocriação na transformação digital significa inovar. Essa estratégia aproxima o cliente da marca, fornecendo um resultado mais próximo àquele desejado.

Sem dúvidas, um diferencial competitivo, destacando positivamente sua empresa no mercado com relação à concorrência.

Como aplicar a cocriação na transformação digital

O passo a passopassa, diretamente, por definir um objetivo, com processos internos eficientes, e eleger a equipe que irá colaborar com a estratégia. Pesquisas, reuniões e testes fazem parte do processo.

Por fim, é hora de colocar as mãos na massa e executar a estratégia, garantindo entregas mais próximas da realidade dos clientes: experiência do usuário é, acima de tudo, entregar o que o consumidor deseja.

Além disso, estar sempre atento às mudanças que ocorrem no mercado, a empresa precisa ser flexível e estar pronta para o que o mercado exige. O foco deve ser sempre voltado para aquilo que é realmente importante para o cliente.

Ter em mente que inovar de forma colaborativa sempre permitirá a adoção ágil de soluções e garantirá o desenvolvimento do negócio de forma sustentável.

Quer saber mais? Entre em contato com nossa equipe! Vamos adorar ajudar você! 

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jul
16
2021
por Deayra Bandim & Isabela Sanchez
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Descubra os Doze Princípios do Manifesto Ágil

Descubra os Doze Princípios do Manifesto Ágil
por Deayra Bandim & Isabela Sanchez
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No texto anterior, abordamos o Manifesto Ágil, seus valores e as vantagens de trabalhar com Metodologias Ágeis. Agora, chegou a hora de falarmos sobre os Doze Princípios do Manifesto Ágil e entender ainda mais como funcionam os times ágeis.

O que são esses princípios?

Eles correspondem a um conjunto de fundamentos que representam um complemento dos valores e reforçam a importância da comunicação e da satisfação dos envolvidos. Além disso, também destacam a entrega contínua em um ritmo saudável e a funcionalidade do software ou produto.

Tudo isso, sempre priorizando pessoas e soluções em detrimento dos processos burocráticos do modelo tradicional de gestão de projetos.

Os Doze Princípios do Manifesto Ágil

1 – Geração de valor:

“Nossa maior prioridade é satisfazer o cliente, através da entrega adiantada e contínua de software de valor.”

2- Flexibilidade:

“Aceitar mudanças de requisitos, mesmo no fim do desenvolvimento. Processos ágeis se adequam a mudanças, para que o cliente possa tirar vantagens competitivas.”

3- Frequência:

“Entregar o software em funcionamento com frequência, seja na escala de semanas ou meses, dando preferência a períodos mais curtos.”

4- União:

“Tanto pessoas relacionadas a negócios como desenvolvedores devem trabalhar em conjunto, diariamente, durante todo o curso do projeto”.

5: Motivação:

“Construir projetos em torno de indivíduos motivados, dando a eles o ambiente e o suporte necessário e confiando neles para fazer o trabalho.”

6: Comunicação:

“O método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para e entre uma equipe de desenvolvimento é por meio de conversa face a face”

7- Funcionalidade:

“Software funcionando é a medida primária de progresso.”

8- Sustentabilidade:

“Os processos ágeis promovem desenvolvimento sustentável. Os patrocinadores, desenvolvedores e usuários devem ser capazes de manter um ritmo constante indefinidamente.”

9- Revisão:

“Contínua atenção à excelência técnica e bom design, aumenta a agilidade.”

10- Simplicidade:

“A arte de maximizar a quantidade de trabalho que não precisou ser feito.”

11- Organização:

“As melhores arquiteturas, requisitos e designs emergem de times auto-organizáveis.”

12- Autoavaliação:

“Em intervalos regulares, o time reflete em como ficar mais efetivo, então, se ajustam e otimizam seu comportamento de acordo”

O começo de uma nova era

Podemos dizer que o Manifesto representou um grito de liberdade, dando fim a práticas e burocracias que travavam o processo de desenvolvimento. Depois de sua criação, no final do mesmo ano (2001), surgiu a Agile Alliance, a organização sem fins lucrativos responsável por compartilhar esse conhecimento em todo o mundo.

As Metodologias Ágeis vieram para ficar e por isso não devem ficar em segredo. Por meio de debates, discussões e estudos todos podem propor novas ideias que sigam esses princípios e promover inovação com geração de valor.

Ficou claro para você por que trabalhamos com essas Metodologias? O uso de frameworks como o Scrum, Kanban, Lean e muitos outros, ajudam a tornar o sucesso de nossos clientes e parceiros possível.

Se tiver alguma dúvida, pode enviar. Nós ajudamos você a entender melhor!

Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software (agilemanifesto.org)

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jul
2
2021
por Deayra Bandim & Isabela Sanchez
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Conheça o Manifesto Ágil

Conheça o Manifesto Ágil
por Deayra Bandim & Isabela Sanchez
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Você já ouviu falar em Metodologias Ágeis, certo? Mas você sabe de onde surgiu a ideia de criá-las e como tudo começou? Nesse texto, faremos uma introdução no assunto e vamos apresentar para você o Manifesto Ágil, responsável por tanta evolução na realização de projetos. 

O começo de tudo 

Em 2001, 17 profissionais se reuniram para redefinir o modelo existente de elaboração de projetos e falar sobre as Metodologias ágeis, na época conhecidas como “Métodos leves”. Mesmo com práticas e teorias diferentes, eles concordaram com alguns requisitos necessários e criaram o Manifesto Ágil, que possui 4 valores e 12 princípios. 

Inicialmente, essas metodologias ágeis foram criadas com base no desenvolvimento de softwares, mas cada vez mais elas vêm sendo aplicadas em outras áreas, como o RH, o marketing e muito mais! 

Os valores do Manifesto Ágil  

– Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas. 

– Entrega funcional mais que documentação abrangente. 

– Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos. 

– Responder a mudanças mais que seguir um plano. 

Como funciona o Manifesto Ágil na prática? 

Esses valores não significam que processos, documentação, negociação ou planos sejam ruins, apenas que o principal a ser valorizado é o indivíduo, as relações que o envolvem e a flexibilidade para aceitar mudanças. 

De acordo com isso, o cliente vem sempre em primeiro lugar, então se ele mudar de ideia no meio do caminho ou não gostar de algo que foi produzido… tudo bem! Basta realinhar as expectativas e seguir em frente, sempre com foco em entregas de qualidade! 

É exatamente por isso que os métodos ágeis são baseados em ciclos curtos e comunicação, garantindo o alinhamento constante da equipe durante todo o projeto para que o sucesso seja garantido! 

E quais as vantagens de usar os Métodos Ágeis? 

Independentemente do Método escolhido, a agilidade otimiza o trabalho e reduz desperdícios, dando a direção para que toda entrega seja de valor. Além disso, você pode notar vantagens como: 

– Aumento da independência e produtividade da equipe. 

– Melhora na comunicação de todos envolvidos e do relacionamento com o cliente. 

– Definição mais clara dos objetivos, aumentando a assertividade. 

– O foco em pessoas aumenta a satisfação do cliente. 

Deu para entender quais são os valores do Manifesto Ágil e por que vale a pena conhecer essas metodologias? Na semana que vem, falaremos sobre os princípios do Manifesto e vamos explicar sobre o assunto! 

Enquanto espera, aproveite para mandar tirar suas dúvidas. Vamos adorar ajudar você! 

(agilemanifesto.org)

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jun
25
2021
por Andriana A. de S. Leite e Isabela Sanchez
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Jira, a melhor ferramenta para equipes na metodologia ágil.

Jira, a melhor ferramenta para equipes na metodologia ágil.
por Andriana A. de S. Leite e Isabela Sanchez
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O Jira Software é um produto da Atlassian criado para que cada membro de sua equipe planeje, acompanhe e lance excelentes softwares. A ferramenta é vastamente utilizada para acompanhamento e gerenciamento de projetos, mas oferece muito mais vantagens competitivas e funcionalidades.

São mais de 65 mil empresas no mundo que já aproveitam os benefícios desse software, como equipes de serviços financeiros, varejo, software, alta tecnologia, automotivo, sem fins lucrativos, governo, ciências da vida e de outros tipos e setores a ficarem organizadas e eficientes. E algumas empresas que já fazem parte dessa lista são: VISA, Domino’s, Pfizer, Coca-Cola e muitas outras, incluindo é claro a Performa_IT.

Saiba mais sobre o que você pode fazer com o Jira.

Otimize o tempo trabalhado

Com o Jira é possível fazer controle de apontamento de horas trabalhadas, planejadas e faturadas através de aplicativos como tempo e tempo planning. Também é possível criar equipes e gerenciar as horas trabalhadas e ausências da equipe auxiliando times ágeis na auto-organização da equipe.

Demonstrar e organizar esses dados de forma ágil é fundamental para otimizar o uso tempo e demonstra onde acontecem os gargalos, facilitando sua resolução.

Organize a ordem de atendimento facilmente no Jira

O Jira também tem uma plataforma de service desk para controle de tickets de suporte.

Através desta ferramenta, o cliente pode abrir um ticket no portal e entrar na fila de suporte da equipe para atendimento. É possível criar filtros personalizados e boards para apresentação e acompanhamento da fila.

Gráfico de status no Jira, do concluído ao aguardando solicitante ou fechado.
Gráfico de status no Jira, do concluído ao aguardando solicitante ou fechado.

Tenha mais transparência em seus projetos

Falando em board, há uma área de “Painéis de controle” onde vários gadgets podem ser inseridos para que os números dos projetos possam ser visíveis para todos, proporcionando uma “Gestão à vista”.

Isso proporciona a transparência em que se baseia o Scrum!

Tenha mais praticidade no gerenciamento

No gerenciamento de projetos é possível criar projetos com o estilo Kanban ou Scrum para facilitar a rotina de trabalho e a visibilidade das entregas da equipe.

O Jira possui também diversos plugins, e um dos mais interessantes e uteis é o Power BI Connector for Jira. É possível criar filtros personalizados e visualizar em boards no BI.

Visualização do Jira no PowerBI
Visualização do Jira no PowerBI

O melhor do Jira para equipes ágeis

Muito mais do que oferecer painéis Scrum e Kanban prontos para uso, o Jira ainda oferece suporte a qualquer metodologia ágil para desenvolvimento de software.

  1. Gráficos burn-up/down.
  2. Relatório de Sprint.
  3. Backlogs do projeto.
  4. Relatórios.
  5. Fluxos de trabalho personalizáveis.
  6. E muito mais.

Na Performa_IT usamos o Jira como uma ferramenta que auxilia em nossa rotina e permite que toda equipe fique sempre em dia com as entregas, trabalhando de forma ágil e entregando resultados incríveis, que atendem as necessidades de nossos clientes e parceiros.

Quer saber mais sobre como usamos essa ferramenta versátil e de fácil manipulação que auxilia no dia a dia do desenvolvimento de software e do gerenciamento de projetos?

Entre em contato e tire suas dúvidas! Vamos adorar explicar para você

Jira | Software para acompanhamento de itens e projetos (atlassian.com)

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abr
30
2021
por Raphael Calais e Isabela Sanchez
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Acessibilidade no Design de Interfaces – Episódio 1: As Formas

Acessibilidade no Design de Interfaces – Episódio 1: As Formas
por Raphael Calais e Isabela Sanchez
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A Acessibilidade no Design de interfaces é um assunto bem amplo e, para facilitar o entendimento, resolvemos dividir o assunto por elementos: as formas, as cores e os textos.

Esse é o primeiro episódio, dedicado as formas e elementos que, dependendo de suas proporções, podem causar frustração e mal uso da plataforma por usuários com deficiências visuais ou mecânicas e até mesmo pessoas sem deficiências, mas com aparelhos eletrônicos limitados. 

O conceito das formas

As formas no Design de Interface definem como as informações no site ou aplicativo serão demonstradas, por exemplo: na imagem abaixo conseguimos identificar claramente onde está o botão simplesmente pela sua forma.

Não importa a língua que o site seja escrito, é possível identificar onde devemos clicar e sabemos que, ao fazer isso, seremos direcionados para algum lugar, assim como, conseguimos nos localizar pelos ícones e encontramos facilmente o campo de busca e nem precisamos entender japonês, o idioma do site no exemplo abaixo. 

Home do site rakuten que mostrar que mesmo estando escrita em japonês, sabemos onde clicar e o que fazer pelos ícones e botões. Ótimo exemplo de acessibilidade no design de interfaces.
Home do site rakuten.co.jp em abril de 2021.

Ainda no mesmo exemplo, é possível distinguir as informações que aparecem imediatamente na home do site, pois a forma define os cartões de cada item, não deixando assim as informações dispersas na página.

O mal uso das formas: 

Como podemos ver, um simples retângulo possui uma enorme importância para o entendimento e funcionamento da plataforma, mas muitas vezes, a forma é mal usada, impossibilitando até mesmo uma pessoa sem deficiências visuais ou mecânicas de se conectar ou preencher as informações requeridas.  
 
Ao tentar buscar por um estilo que remete sofisticação e modernismo, os clientes acabam por optar por formas mais simples, esbeltas e delicadas, impossibilitando assim sua visualização e entendimento por parte dos usuários, tornando mais difícil entender as informações, que antes eram intuitivas.

Antiga home do site Evernote onde o botão está escondido pelo plano de fundo.
Antiga home do site Evernote. (evernote.com)

O botão call to action, o chamariz da capa, está escondido pelo plano de fundo, perdendo seu contraste e impossibilitando diversas pessoas de vê-lo ou associar a forma com um botão.  
 
Quando falamos de acessibilidade no design de interfaces, falamos inevitavelmente de um design mais robusto, maior, mais preenchido e claro. Falamos de botões com um bom tamanho e contraste, com sombreado para destacá-lo do plano achatado da tela e que não dependem somente do famoso “hover effect” para aparecerem. 
 
Aqui, precisamos que as formas conversem e sejam visíveis e entendíveis para todos e que não priorizem somente as telas em HD dos novos monitores.  

Algumas soluções para uma melhor acessibilidade no design de interfaces: 

Investir em Acessibilidade no Design de Interfaces e no estudo da dimensionalidade das formas, junto com a sua capacidade de responsividade na maioria das telas dos smartphones e dos desktops, não é uma questão de persona ou de um visual sofisticado e comprimido, é uma questão de empatia.  
 
Se levarmos em conta que ao menos 18,6% de toda a população brasileira possui uma deficiência visual (6,7% da população possui alguma deficiência física – IBGE), estamos falando de uma boa parcela de pessoas que podem estar tentando acessar o site, aplicativo ou sistema e se frustrando constantemente.  
 
Também não podemos ignorar as pessoas que estão acessando a plataforma por um celular menos tecnológico.  
 
Logo, o primeiro passo é aceitar e investir na acessibilidade do Design e o segundo , seguir algumas regras de acessibilidade nas formas como: 
       
⦁ Faça os botões visíveis e capriche no contraste; 
⦁ Deixe o botão bem localizado e tente copiar essa fórmula da sua localização para que o usuário não tenha que procurá-lo sempre. 
⦁ Crie os cards e campos visíveis. Não use cores claras para passar informação (caso o fundo seja branco) ou cores escuras (caso o fundo seja preto); 
⦁ Mantenha as formas bem marcadas e, caso não haja um bom contraste, acrescente contornos nela ou no hover effect da forma.  
⦁ Respeite a lei do “font size = 16px;” 
⦁ Não crie botões menores do que 48px de altura, evite que os campos de clique e interação estejam escondidos. Pense, se você está tentando escondê-los, seria melhor nem os mostrar, certo?  

Por fim, teste seu produto com a maior quantidade de pessoas possível para que cada uma, com sua particularidade, consiga ter acesso total à sua plataforma. 

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fev
25
2021
por Ariane Prado e Raphael Calais. - Revisão por Isabela Sanchez
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Torre de Lean

Como o Design Centrado no Usuário Pode Impactar Seu Negócio

Como o Design Centrado no Usuário Pode Impactar Seu Negócio
por Ariane Prado e Raphael Calais. - Revisão por Isabela Sanchez
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Torre de Lean

O design centrado no usuário tem se destacado em empresas de todos os tipos. Cada vez mais as empresas inovadoras acrescentam em seus valores as necessidades do usuário e alavancam suas vendas, enquanto empresas que não incluem a experiência do usuário em seus valores tendem a ter mais dificuldade de prosperar e evoluir.


Quem é o UX Designer?

Segundo Don Norman, fundador do NN Group, o UX (ou experiência do usuário) envolve muito mais que o design do produto e seu desenvolvimento, o termo engloba o modo como qualquer usuário interage com o mundo ao seu redor.

Sendo assim, o design vai além da estética e efetua um papel ativo como ferramenta para a construção de soluções, passando pela identificação dos problemas, dores e necessidades do usuário, a criação de protótipos que serão testados e receberão feedbacks para que no fim aconteça uma reavaliação. Este processo manterá o conteúdo do projeto sempre atualizado e funcional.

Estamos aqui falando de uma das funções do UX Designer (vulgo User Experience Designer). Seu papel é essencial, podendo até mesmo participar das decisões de negócios e ajudar na priorização de demandas.
Infelizmente, muitas empresas têm dificuldades em construir uma visão centrada no usuário que gere impacto e transforme de fato a forma que o produto é enxergado.

Figura Double Diamond mostrando o processo de trabalho no UX
Double Diamond é uma forma do UX organizar seu trabalho antes de criar um protótipo para ser testado.

Objetivo do User Experience ou Design Centrado no Usuário.

A verdadeira experiência do usuário vai além de vender aos clientes o que eles dizem querer.
Para a experiência do usuário ocorrer da melhor forma, é preciso atender as necessidades específicas do consumidor sem que haja confusão ou algum tipo de incômodo. Essa tarefa necessita de serviços de disciplinas como engenharia, marketing, design gráfico e industrial, design de interface, entre outros, unidos para apostar na simplicidade e assertividade no desenvolvimento de produtos, serviços ou de sistemas fáceis de usar.

Pensar com foco no cliente é atentar-se às suas emoções e estar alinhado com os sentimentos que o usuário tem enquanto está em contato com a marca, aproximando o cliente de maneira eficiente e criando uma verdadeira cultura centrada no usuário dentro de sua empresa.

Uma porta sem ux e uma com ux. No caso a sem ux está escrito puxe, mas esta sem o puxador.
Às vezes alguns erros graves passam despercebidos por não terem sido testados.

Vantagens de aplicar User Experience na sua empresa.

Em termos simples, o UX tem o objetivo de encantar pessoas e deixá-las mais felizes na usabilidade de algum produto ou serviço, podendo render vantagens valiosas, como:

Aumento da conversão nas vendas

Se um cliente em potencial tem uma boa experiência antes da decisão de compra, claramente também têm mais chances de converter e comprar de fato.
Em um cenário digital: se o usuário que se sente satisfeito com a experiência de navegação de um site ou até mesmo com os mecanismos de botões antes de efetivar a compra, existem maiores chances de ele converter e tornar-se um cliente. Ou seja, facilitar e deixar essa jornada mais intuitiva é um grande diferencial para ter mais conversõ

Fidelização

A fidelização de um cliente ou usuário passa a se tornar realidade quando ele se sente totalmente à vontade, seja com o sistema de navegação de um site ou com a usabilidade de um produto ou serviço. Uma vez fidelizado, é bem provável que ele não busque opções em outros sites e nem novos produtos com outras marcas.

Economia de recursos

Basicamente, ao analisar a experiência do usuário, é possível fazer um planejamento mais inteligente. Isso reduz as chances de retrabalho, diminuindo também os custos e tempo dos profissionais envolvidos.

Maior valor percebido pelo cliente

O valor percebido pelo cliente trata-se da sensação que vem acompanhada com a aplicação eficaz do UX na experiência de usabilidade dele.
É importante destacar que o valor percebido não tem relação direta com custo, mas sim com o sentimento após a experiência com a sua marca, que pode ser influenciado pela qualidade da informação recebida em um site, quantidade de funcionalidades úteis de um aparelho eletrônico, ou até mesmo pelo custo-benefício de algo comprado.
Na prática: sabe quando você prefere pagar um pouco mais caro por algo porque é fã da marca e fica feliz por se relacionar com ela? Esse é o valor percebido pelo cliente.

O trabalho de UX ajuda a melhorar a imagem da sua marca, afinal uma imagem positiva, uma experiência marcante e um bom produto são palavras chaves no branding de qualquer empresa prolífera.

Recomendações e indicações

Um cliente ou usuário satisfeito (seja com a navegação de um site, processo de compra ou experiência de usabilidade de um produto) vai estar propenso a fazer recomendações da empresa que proporcionou uma melhor experiência.
O cliente fiel, por ter sido feliz em todo o processo de compra – desde pesquisa, avaliação da solução, atendimento, etc. – também pode se tornar um defensor da marca, fazendo indicações e ressaltando benefícios

Aqui falamos de lovemark. Uma relação onde o cliente enxerga a empresa como parceira.


Como aplicar o UX e as práticas do design centrado no usuário em sua empresa?

A prática do User Experience exige tempo, testes e muito esforço. Além do mais, os componentes do UX podem variar de acordo com o seu negócio, entretanto, existem três pontos chaves para direcionar uma estratégia de experiência do usuário com sucesso:

Pesquisa de mercado

As pesquisas ajudam a determinar quem é seu cliente ideal e são sempre bem-vindas. Aplicando isso no UX, é possível categorizar o público de acordo com o comportamento em seu site ou aplicativo, por exemplo.
Descubra quem são os usuários que estão convertendo mais, os que ficam mais tempo e também aqueles com altas taxas de rejeição.

Foco no usuário

Uma boa estratégia de User Experience precisa ser voltada totalmente para aquele que usará seu site ou aplicativo. Então, além de uma interface visualmente agradável, ela também precisa ser útil e intuitiva ao consumidor.
Profissionais de vendas e atendimento que possuem contato direto com o consumidor, por exemplo, podem fornecer dicas valiosas! Ideias para que as estratégias de experiência do usuário atendam suas necessidades e expectativas.

Testes

É válido reforçar que a melhor maneira de colocar em prática o User Experience é fazendo e analisando testes.
Tenha em mente que, testar a usabilidade é uma etapa fundamental antes de implementar seu layout definitivo. Afinal, a estrutura do seu projeto e o tipo de navegação que oferece pode definir se o usuário vai concluir uma tarefa ou não.
Testes frequentes irão ajudar a melhorar a usabilidade do projeto. Logo, você terá mais clientes satisfeitos e prontos para voltar a fazer negócio com você.
Com o passar do tempo, os problemas irão diminuir e sua plataforma ficará mais intuitiva.
Dica: continue fazendo pequenos testes! Sempre existe algo a ser ajustado.
O usuário precisa estar no centro das decisões. Mantenha o foco nas pessoas e nos sistemas e resolva os problemas certos!


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